sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Teu nome soa tão bem quanto o vento do Paraíso.
É como o sussurro mais sincero de uma criança antes de dormir.
Teus olhos. O que são os teus olhos?
Me fuzilam a alma e me arrancam as palavras mais bonitas.
Revelações que eu não faria nem ao meu próprio coração em silêncio.
São sentimentos que eu acreditava estarem submersos nos descontentamentos; que tu acendestes como uma crepitação interestelar.
Tua boca deixa meus olhos mudos. A imensidão da calmaria quando descansa tua alma na minha é de amolecer qualquer tempestade.
Tu tens meus medos em tuas mãos...
Menos o que não podes segurar: o medo de perder-te.

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